Até sexta-feira (16), 4.352 das 499.248 seções eleitorais passaram por mudanças. São Paulo concentrou o maior número de alterações

Tribunal Superior Eleitoral alterou endereços de votação em diferentes regiões do Brasil para o segundo turno marcado para 25 de outubro
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou locais de votação em diferentes regiões do Brasil para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro. Eleitores devem conferir o endereço da seção eleitoral antes de sair de casa.
A consulta pode ser realizada gratuitamente pelo site oficial do TSE ou pelo aplicativo e-Título, sem necessidade de comparecer a um cartório eleitoral. Até sexta-feira (16), 4.352 das 499.248 seções eleitorais do país haviam passado por alterações, equivalente a 0,87% do total, segundo dados divulgados pelo TSE.
São Paulo concentrou o maior número de mudanças, com 982 seções afetadas. Na sequência aparecem Minas Gerais com 514 alterações, Rio de Janeiro com 431 e Bahia com 312, conforme informado pelo órgão.
Os eleitores podem acessar o Autoatendimento Eleitoral disponível no site do TSE para descobrir onde votar. Para fazer a consulta, o eleitor deve entrar no Autoatendimento Eleitoral, selecionar a opção “Onde Votar”, preencher dados como CPF ou número do título de eleitor, data de nascimento e nome da mãe, e clicar em “Consultar” para visualizar as informações.
O sistema apresenta o endereço completo do local de votação, além da zona eleitoral e do número da seção. Também é possível consultar a localização no mapa para facilitar o trajeto.
Quem utiliza o aplicativo e-Título também pode verificar o endereço diretamente pelo celular. Depois de entrar no app, basta selecionar a opção “Onde votar”, disponível na parte inferior da tela. O aplicativo permite consultar uma rota para chegar ao endereço e está disponível gratuitamente para celulares Android e iOS.
As mudanças foram feitas para melhorar as condições de segurança e atendimento aos eleitores durante a votação. Entre os motivos para as alterações estão problemas estruturais em prédios, reformas em escolas que não foram concluídas a tempo e dificuldades de acessibilidade, segundo o TSE.



