Texto argumenta que não existe força política organizada de extrema direita no país, ao contrário da esquerda

Colunista questiona classificação de oponentes políticos como fascistas e extrema direita, argumentando inexistência de força organizada nessa linha
Um colunista questiona o uso recorrente do termo fascismo para descrever oponentes políticos no Brasil. Segundo o texto, a esquerda recorre a essa classificação quando está em desvantagem, reproduzindo padrão que remonta aos tempos de Stálin.
O autor argumenta que não existe força política organizada no país que possa ser caracterizada como extrema direita. Ele cita a existência de pelo menos seis partidos identificados como de extrema-esquerda: PCO, PSTU, UP, PCB, PCdoB e PSOL.
“Fascista” e “extrema-direita” são expressões utilizadas pela esquerda e seus parceiros para se referir aos opositores, de acordo com o texto. O colunista afirma que qualquer pessoa com informação e bom senso constata a inexistência de força política organizada nessa classificação.
O articulista estabelece comparação entre fascismo e comunismo, argumentando que ambas são ideologias totalitárias e coletivistas que competem pelo controle do Estado. Segundo ele, regimes comunistas e fascistas compartilham características como glorificação do Estado, desprezo pelos direitos individuais e uso da violência como instrumento de ação política.
O texto cita como exemplo histórico o pacto Ribbentrop-Molotov entre soviéticos e nazistas, formado antes da Segunda Guerra Mundial. De acordo com a análise, comunistas e nazistas dividiram a Europa através do acordo, que foi posteriormente violado pela Alemanha.
O colunista argumenta que o confronto entre comunismo e fascismo não é um conflito entre ideologias opostas, mas uma disputa entre concorrentes que compartilham objetivos similares de conquistar e manter o monopólio do poder.



