PT aciona Justiça Eleitoral e pede multa de R$ 1 mi por hora contra prefeito de Salvador

Federação Brasil da Esperança protocolou petição após eleitores relatarem dificuldades de transporte público na manhã deste domingo em ponto de ônibus lotado.

PT aciona Justiça Eleitoral e pede multa de R$ 1 mi por hora contra prefeito de Salvador
Ônibus em garagem; PT apresentou vídeos como prova. Foto: Metrópoles — Foto: PT aciona Justiça Eleitoral após ônibus ficarem nas garagens em Salvador

PT, PCdoB e PV pediram ao TRE-BA multa de R$ 1 milhão por hora contra prefeito Bruno Reis e donos de empresas de ônibus após transporte ficar nas garagens.

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, acionou o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) neste domingo (25/10) e pediu a aplicação de multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito de Salvador Bruno Reis (União Brasil) e os proprietários das empresas de ônibus que operam na capital baiana.

O pedido ocorre após eleitores relatarem dificuldades para encontrar transporte público na manhã deste domingo, com registros de pontos de ônibus lotados. A federação afirmou ter apresentado provas, incluindo vídeos, de que os veículos do transporte público permaneciam nas garagens às 11h05.

Em petição protocolada nesta manhã, assinada pelo advogado Rafael Cerqueira Rocha, a federação reiterou o pedido de urgência. De acordo com o documento, a federação solicita que a penalidade seja aplicada enquanto persistir a situação relatada. O trecho apresentado, porém, não especifica o valor total da multa eventualmente pretendida nem informa se houve decisão judicial sobre o pedido até o momento.

Além da sanção financeira, a legenda pediu que a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) seja acionada para apurar possíveis crimes previstos nos artigos 297 e 304 do Código Eleitoral. A solicitação foi encaminhada ao presidente do TRE-BA, desembargador eleitoral Mauricio Kertzman Szporer.

O TRE é responsável por julgar questões eleitorais no âmbito estadual, incluindo denúncias de irregularidades durante o período eleitoral. As decisões da corte podem ser contestadas por meio de recurso cabível perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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