Fachin defende respeito ao resultado das eleições presidenciais de 2026

Presidente do STF votou em Brasília e pediu paz para que país enfrente desafios a partir de segunda-feira, após fim do segundo turno

Fachin defende respeito ao resultado das eleições presidenciais de 2026
Edson Fachin, presidente do STF, durante votação em Brasília neste domingo

Edson Fachin afirmou que voto da população deve ser respeitado e que desafios do país aguardam os eleitos a partir de segunda-feira

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou neste domingo (25) que o voto da população deve ser respeitado com o encerramento do segundo turno das eleições presidenciais.

Fachin votou em um colégio de Brasília e fez um apelo para que o resultado da eleição seja respeitado independentemente do vencedor. De acordo com o presidente do STF, toda autoridade emana do povo, tornando fundamental o respeito às escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular.

“Toda autoridade emana do povo e, portanto, é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular. O Brasil precisa de paz e tranquilidade para, a partir de amanhã (segunda, 26), enfrentar os grandes desafios em diversas áreas que demandam a presença do Estado e o atendimento às legítimas demandas da sociedade”.

Segundo Fachin, as escolhas derivam da expressão da soberania popular e o povo brasileiro estava comparecendo às urnas com tranquilidade. O presidente do STF destacou que, com o término da votação, os desafios institucionais aguardam os candidatos eleitos para que cumpram seus deveres constitucionais.

“As escolhas derivam da expressão da soberania popular e a sociedade brasileira, o povo brasileiro está comparecendo às urnas com tranquilidade para dizer qual é a sua escolha. Portanto, a eleição e o segundo turno terminam hoje. Isso significa que, a partir de amanhã, os desafios aguardam os escolhidos eleitos para cumprirem com seus deveres constitucionais”.

Fachin também agradeceu ao trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ressaltou que a Corte cumpriu seu papel na organização e coordenação das eleições de 2026. Mais cedo, o presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, abriu oficialmente a votação e afirmou confiar em uma eleição tranquila e dentro do previsto pela Justiça Eleitoral.

No segundo turno, mais de 158 milhões de brasileiros estavam aptos a votar na definição de disputas para a presidência da República e governos de cinco estados e do Distrito Federal. Desse total, mais de 136 milhões tinham obrigação de comparecer às urnas, enquanto pouco mais de 22 milhões podiam votar facultativamente. O segundo turno ocorre entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência.

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