Aliados pedem que Flávio Bolsonaro evite provocações na campanha presidencial

Moderados do bolsonarismo alertam candidato do PL sobre tom da campanha no segundo turno presidencial de 2026

Aliados pedem que Flávio Bolsonaro evite provocações na campanha presidencial
Flávio Bolsonaro em atividade de campanha

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) na ala moderada do bolsonarismo alertaram o candidato presidencial a reduzir provocações contra o presidente Lula.

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) na ala moderada do bolsonarismo alertaram o candidato presidencial a evitar provocações gratuitas durante a campanha do segundo turno de 2026.

Segundo relatos, integrantes do bolsonarismo em Brasília e São Paulo expressam preocupação com o que chamam de clima de “já ganhou” do candidato do PL. O alerta inclui recomendação para que Bolsonaro interrompa o que descrevem como “dancinhas” e ataques desnecessários.

Os aliados citaram como referência o percurso do presidente Lula. Segundo eles, Lula foi preso e condenado, saiu da prisão e conseguiu se eleger presidente novamente, indicando que campanhas podem apresentar reviravoltas.

A campanha de Lula adotou estratégia de silêncio após a entrevista da lobista Roberta Luchsinger à CNN. Na ocasião, ela fez acusações contra Lula e seu filho, Lulinha. De acordo com relatos, o efeito foi considerado devastador pela equipe petista, que orientou o presidente a não contra-atacar.

No Paraná, o deputado federal Ricardo Barros (Progressistas-PR) comanda esforço de expansão eleitoral. Barros, que atua como coordenador da campanha de Flávio na região, liderou carreata em Maringá no sábado (17), acompanhado da ex-governadora Cida Borghetti, sua esposa.

A meta estabelecida por Barros para o segundo turno é obter mais de 500 mil votos adicionais no Paraná. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu quase 4 milhões de votos no estado.

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