Mobilização nacional do PT, chamada de "Bora Lula", reuniu simpatizantes do presidente na praia carioca neste domingo

Mobilização "CarnaLula" ocorreu em Copacabana neste domingo como parte da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizaram o “CarnaLula” neste domingo (27) em frente à praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O ato teve como objetivo manifestar apoio à reeleição do candidato à Presidência da República.
A mobilização dos membros do partido em Copacabana fez parte do cronograma dos petistas chamado de “Bora Lula”, que realizou manifestações em diversas capitais. As ações ocorreram uma semana antes do primeiro turno e reuniram simpatizantes do presidente.
Em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Band, concedida neste domingo, o presidente voltou a defender o fim do fundo eleitoral. Para Lula, é necessária uma reforma política para acabar com a polarização.
“Quando se trata da reforma política, você está mexendo com o interesse pessoal de cada deputado, de cada partido político. Não é possível a gente continuar com a promiscuidade política do jeito que está. Não é possível a gente continuar com o Congresso Nacional com 50% do orçamento da União. Não é possível”, afirmou.
Na mesma entrevista, Lula também falou sobre o inquérito que investiga seu filho Fábio Luís, conhecido como Lulinha, e o ex-assessor Marcola. O presidente afirmou que apoia a apuração dos fatos e negou qualquer interferência para protegê-los.
“Eu acho que o Marcola é 100% inocente. Acho que meu filho é inocente. Agora, eles não estão livres da investigação. Eles sabem a verdade. Eu disse para eles: ‘Se você errou, você se defenda. Se você não errou, você vai à luta’. É isso que, para mim, vale. E vale para todo mundo”, disse.
Lula voltou a criticar a lobista Roberta Luchsinger, chamando-a de “pilantra”, e expressou dúvida sobre seu filho ter falado com qualquer autoridade para interceder pela lobista.
“O fato de uma pilantra como a Roberta estar falando o que ela quer falar, eu conheço muita gente garganta, eu conheço o que é o papel do lobista. O lobista passa na rua, na frente de uma pessoa que está em outra calçada, ele fala: ‘Encontrei com o meu amigo, estava com ele no avião, estava com ele no hotel, isso não quer dizer nada'”, frisou.



