Colunista da Gazeta do Povo questiona narrativa petista sobre ameaças a programas sociais e direitos em 2026

Colunista argumenta que PT recicla acusações contra adversário após derrota nas urnas e aponta inconsistências em afirmações anteriores
Um colunista da Gazeta do Povo critica a estratégia do Partido dos Trabalhadores (PT) de resgatar acusações contra adversários políticos após sofrer derrota nas urnas.
Segundo o articulista, a sigla volta a mencionar promessas feitas em 2018 contra Jair Bolsonaro. Entre as alegações, estão a eliminação do Bolsa Família, perseguição a pobres, negros, gays e mulheres, fechamento de universidades e fim da Farmácia Popular, além de previsões sobre aumento de violência.
“Nada disso aconteceu. O Bolsa Família foi reajustado como nunca. Não houve perseguição a ninguém. As universidades continuaram. Os remédios para o povo (inclusive as vacinas, aos milhões) foram distribuídos para quem quisesse. A violência e os crimes diminuíram. E a economia melhorou, apesar da pandemia!”
O texto situa essa estratégia como reação à derrota sofrida em 4 de outubro, com possibilidade de repetição no pleito de 25 de outubro. O colunista utiliza referências teóricas para caracterizar o comportamento, citando o psicólogo Juan Alfredo Cesar Müller e a noção de que “a neurose é a mentira esquecida em que você ainda acredita”.
O articulista também faz crítica mais ampla ao PT, retomando a definição do economista Roberto Campos sobre a sigla como “o partido dos trabalhadores que não trabalham, dos estudantes que não estudam e dos intelectuais que não pensam” e acrescentando “dos cristãos que odeiam a Igreja”.



