Lula defende equilíbrio entre responsabilidade fiscal e aumento de renda em evento com empresários

Presidente afirmou que trabalhadores precisam ganhar mais e relacionou aumento salarial a ganhos para empresários

Lula defende equilíbrio entre responsabilidade fiscal e aumento de renda em evento com empresários
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert — Foto: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva  • Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a combinação entre responsabilidade fiscal e medidas de redução da pobreza em encontro com empresários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, defendeu nesta sexta-feira (25) a combinação entre responsabilidade fiscal e medidas de redução da pobreza e aumento da renda dos trabalhadores durante evento com empresários em São Paulo.

Segundo Lula, essa integração é essencial para resolver os problemas do país. “Se não tem responsabilidade social com a fiscal, a gente não resolve o problema desse país”, afirmou o presidente.

Lula informou que seu objetivo é transformar o Brasil em um país de classe média. O presidente também destacou que os trabalhadores precisam receber salários maiores. “Eu sinceramente queria dizer para vocês que tenho um sonho com este país: transformar o Brasil em um país de classe média. Não me contento com um salário mínimo de R$ 2 mil ou R$ 3 mil. O povo precisa ganhar mais, e vocês, como empresários, precisam entender que, quando o trabalhador ganha mais, vocês também ganham mais”, disse.

Na avaliação do presidente, o aumento da renda dos trabalhadores também interessa aos empresários. Lula relacionou o aumento salarial à expansão da atividade econômica. “O trabalhador ganhando mais, vocês ganham mais”, disse aos participantes do evento.

Lula defendeu também a busca de empresários que sejam “parceiros para o país crescer”. Ao defender sua visão de desenvolvimento, o presidente afirmou que é necessário definir qual modelo de país será adotado. “Tem que ver que país a gente quer, que seja governado para 35% da população ou para 100% da população”, afirmou.

O presidente contrapôs modelos que, segundo ele, atendem apenas a uma parcela da população.

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