Canal de WhatsApp de André Janones ultrapassou 10 milhões de seguidores durante campanha no segundo turno

Presidente defendeu continuidade da mobilização de apoiadores durante ato na Avenida Paulista e homenageou deputado André Janones, responsável pelo canal de WhatsApp
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu neste domingo (25) a continuidade da mobilização de seus apoiadores após a vitória no segundo turno das eleições presidenciais. Durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo, o petista homenageou o deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pelo canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que ultrapassou 10 milhões de seguidores durante a campanha.
Antes de convidar Janones para discursar, Lula destacou a participação do parlamentar na mobilização de eleitores, especialmente na reta final da disputa do segundo turno. O presidente chamou o deputado de “nosso general Janones” e afirmou que “o Exército teve um papel muito importante no segundo turno”.
O canal administrado por Janones se tornou uma das principais ferramentas de mobilização digital da campanha de Lula no segundo turno. Por meio da plataforma, o deputado convocou seguidores a compartilhar conteúdos favoráveis ao presidente e participar de ações coordenadas nas redes sociais. Na sexta-feira (23), o canal atingiu a marca de 10 milhões de seguidores.
Lula pediu que os apoiadores permaneçam unidos e afirmou que “a gente ganhou a primeira batalha”. De acordo com o presidente, “o Exército não pode se dispersar. O Exército vai ter que continuar”.
“Nosso Exército é maior do que o chinês, é melhor do que o americano. É maior do que o Exército russo. O nosso é o Exército da dignidade, da democracia, da educação e da saúde”, declarou.
Ao discursar, Janones exaltou a trajetória política de Lula e comemorou a vitória do presidente, que havia terminado o primeiro turno atrás do adversário Flávio Bolsonaro (PL). O deputado destacou que “nunca alguém que perdeu no primeiro turno poderia virar no segundo turno”.
A mobilização também foi marcada por disputas com apoiadores de Flávio Bolsonaro nas redes sociais e questionamentos na Justiça Eleitoral durante a campanha.



