Analistas financeiros avaliam que margem de vitória será de apenas um ponto percentual, com possibilidade de virada zero

Analistas e investidores paulistanos apontam que quem liderar no dia 4 de outubro vencerá a eleição com margem de apenas um ponto percentual
Analistas do mercado e investidores paulistanos avaliam que quem aparecer na frente no dia 4 de outubro vencerá a eleição presidencial com margem mínima de vitória.
Segundo essas análises, a diferença entre os candidatos será de apenas um ponto percentual dos votos. Os especialistas apontam que quem ficar atrás na apuração não conseguirá se recuperar, consolidando assim a liderança de quem sair na frente.
“Apostam que haverá onda de apoio para um ou outro”, segundo fontes que acompanham as avaliações do mercado.
Para os analistas consultados, trata-se da eleição mais disputada desde 1989, quando o Brasil retomou as eleições diretas após o fim do regime militar. A avaliação reflete a polarização e a indefinição que marcam a campanha eleitoral deste ano.
A proximidade entre os candidatos contrasta com cenários eleitorais anteriores, quando houve candidatos com vantagens mais substantivas nas pesquisas e nas análises de mercado. Desta vez, a margem de erro das projeções se equipara à margem esperada de vitória, deixando os investidores e analistas atentos aos desdobramentos das próximas semanas de campanha até o dia da votação.



