Passageiro José Zayas, de 55 anos, foi preso no dia seguinte após fugir de bicicleta do local do crime

Um motorista de ônibus de 42 anos foi morto a tiros por um passageiro em Los Angeles na tarde de quinta-feira (1º/10). O suspeito fugiu de bicicleta e foi preso no dia seguinte.
Um motorista de ônibus de 42 anos foi morto a tiros por um passageiro durante uma viagem em Los Angeles na tarde de quinta-feira (1º/10).
Segundo o Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), a discussão teve origem quando o condutor deixou de atender a uma parada solicitada. O passageiro, identificado como José Zayas, de 55 anos, reclamou de uma parada não atendida ou de uma possível alteração no trajeto do coletivo.
Duas testemunhas que estavam no ônibus relataram à polícia que suspeitaram que o homem estivesse embriagado quando ele começou a discutir com o motorista. A discussão se intensificou até que o passageiro retirou uma arma de uma bolsa e disparou contra o condutor.
O ataque ocorreu por volta das 17h15 (horário local), próximo ao cruzamento das avenidas Centinela e Mitchell, no bairro de Mar Vista. O capitão Eric Eppolito, do LAPD, informou que os policiais encontraram a vítima inconsciente no banco do motorista. O homem recebeu atendimento de paramédicos e foi levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Após os disparos, Zayas fugiu de bicicleta do local. As autoridades iniciaram buscas e identificaram o suspeito. Ele foi localizado e detido nesta sexta-feira (2/10), no quarteirão 3600 da Motor Avenue, em Los Angeles. Zayas foi preso sob suspeita de homicídio, e a fiança foi estabelecida em US$ 3 milhões.
O caso foi encaminhado à divisão de homicídios da polícia, responsável pela investigação das circunstâncias do ataque. Após a morte do funcionário, a empresa Culver CityBus suspendeu a circulação dos ônibus durante todo o fim de semana. A medida foi adotada em sinal de luto e para permitir que colegas de trabalho prestassem homenagens à vítima.
Em comunicado, a prefeitura de Culver City afirmou que a morte foi sentida por toda a equipe municipal e classificou a perda como profundamente pessoal para os funcionários do sistema de transporte.



