Operação em Arapongas prende suspeito e cumpre mandados contra associação criminosa que aplicava fraudes em Londrina

Operação da PCPR em Arapongas resulta em prisão de membro de quadrilha que aplicava golpes na venda de smartphones. Um suspeito é procurado.
A Polícia Civil do Paraná desarticulou na manhã desta terça-feira (23) uma associação criminosa investigada por aplicar golpes na venda de celulares de última geração em Arapongas, município localizado no Norte do Estado.
Estratégia criminosa utilizava redes sociais e locais públicos
Os criminosos utilizavam anúncios publicados nas redes sociais como isca principal. Ofereciam smartphones de última geração por valores significativamente abaixo do mercado, atraindo vítimas de Londrina com promessas de negócios vantajosos. A negociação e entrega aconteciam em locais públicos, estratégia que dava aparência de legitimidade às transações.
Segundo o delegado da PCPR Edgard Hildebrand, o modus operandi era sofisticado. As vítimas recebiam caixas aparentemente lacradas dos aparelhos e efetuavam o pagamento via PIX. Ao abrir as embalagens em casa, descobriam que os smartphones haviam sido substituídos por barras de ferro, utilizadas para simular adequadamente o peso dos celulares e evitar suspeitas durante a entrega.
Investigação combinou técnicas modernas de rastreamento
A identificação dos investigados foi possível através de diligências que incluíram levantamentos de campo e análise de imagens de segurança. Os policiais também realizaram identificação dos beneficiários dos valores recebidos e aplicaram outras técnicas de investigação que permitiram mapeamento completo da operação criminosa.
Resultados da operação e situação atual
A ação resultou na prisão de um dos suspeitos, encaminhado ao sistema penitenciário. Um segundo investigado, que também possui mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, não foi localizado durante a operação e é considerado foragido.
A PCPR continua investigando o caso e busca localizar o suspeito desaparecido. A população pode colaborar fornecendo informações anônimas sobre a quadrilha ao serviço especializado da corporação.





